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Publicada a retificação do processo seletivo para contratação temporária

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em parceria com a Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep), esclarece que candidatos que realizaram a inscrição no processo seletivo para contratação de profissionais da saúde que irão atender unidades de saúde de Buritis, Cacoal, Extrema, Porto Velho e São Francisco do Guaporé, devem realizar uma nova inscrição disponibilizada na retificação do edital. Serão ofertadas 1.299 vagas para cargos da área administrativa e área da saúde. A Inscrição deve ser realizada em duas etapas.

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Publicada a retificação do processo seletivo para contratação temporária de profissionais da saúde

1ª etapa: de caráter parcial e eliminatório, através do portal https://emergencial.sesau.ro.gov.br/ onde o candidato fará o cadastro com informações pessoais e curriculares. 2ª etapa: de caráter eliminatório da análise de títulos, com os seguintes documentos, que deverão ser enviados pelo email do candidato em formato arquivo único em PDF, para o e-mail: processoseletivosesau@gmail.com

As inscrições dão início às 10 horas do horário local, do dia 27 de janeiro de 2022. O encerramento da primeira etapa acontece no dia 30 de janeiro (domingo).

Governo do Estado de Rondônia

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H. Eduardo Pessoa é Jornalista e Desenvolvedor de diversos Portais de Notícias como este destinado à Empreendedores, Jornalistas e Pequenas e Médias Empresas. Experiência de mais de 12 mil notícias publicadas e nota máxima de satisfação no Google e Facebook com mais de 79 avaliações de clientes.

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Partido Socialista assume derrota e Portugal dá guinada à direita

Roy Junior

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Luís Montenegro, da Aliança Democrática, o provavel novo primeiro-ministro de Portugal – (crédito: AFP)

Lisboa — Nas eleições mais disputadas da história, e com 98% dos votos apurados, Portugal ainda não sabe qual legenda foi a grande vencedora da disputa travada neste domingo nas urnas, já que a diferença que separa as duas principais forças políticas, a Aliança Democrática (AD), com 29,6% da preferência do eleitorado, e o Partido Socialista (PS), com 28,7%, é de apenas 55 mil votos. O resultado final só será conhecido quando forem contabilizadas as cédulas oriundas do exterior, em especial, do Brasil e da França, onde estão milhares de eleitores. A contagem desses votos será feita entre 18 e 20 de março. Mas o líder do PS, Pedro Nuno Santos, já admitiu a derrota.

Portugueses dizem que o direito ao voto é uma conquista da democracia
Um fato, porém, é certo: depois de oito anos de um governo socialista, Portugal deu ontem uma guinada à direita. Além do bom desempenho da Aliança Democrática (AD), liderada pelo Partido Social Democrata (PSD), houve um salto espetacular do Chega, legenda de extrema-direita, que obteve 18,1% dos votos ante os 7,2% computados em 2022. Esse espectro político avançou de Norte a Sul do território luso — venceu no Algarve — e passou de 12 para 46 deputados, um deles, Marcus Santos, o primeiro brasileiro eleito na história para a Assembleia da República. No total, o Chega teve mais de 1 milhão de votos.

A Aliança Democrática ficou com 77 assentos no Parlamento e o PS, com 74. No entender de especialistas, a nova composição de deputados terá importantes reflexos nas políticas que serão adotadas nos próximos meses, inclusive na área da imigração. O brasileiro Marcus Santos é um dos eleitos pelo Chega que defende uma política rígida de controle na entrada de cidadãos estrangeiros em Portugal, em especial daqueles oriundos de países muçulmanos. Os representantes da ultradireita estimulam a xenofobia e o racismo.

“Não é não”
A grande dúvida a ser dirimida nos próximos dias é se a Aliança Democrática irá se coligar com o extremista Chega a fim de obter a maioria parlamentar e indicar o próximo primeiro-ministro de Portugal. Poucos dias antes de os portugueses irem às urnas, o líder da AD, Luís Montenegro, afirmou que não havia a menor possibilidade de seu grupo se unir à ultradireita. “Não é não”, enfatizou ele. Há, no entanto, uma grande divisão dentro de seu próprio partido — uma ala defende o casamento com a legenda comandada por André Ventura. Mas, como na política tudo pode mudar da noite para o dia, o suspense é grande.

Ventura já se antecipou e mostrou disposição para um acordo com a Aliança Democrática. “Os portugueses querem dois partidos no comando no país”, frisou. Segundo ele, as eleições deste domingo marcaram o fim do bipartidarismo em Portugal e, diante o que se viu nas urnas, é preciso que haja responsabilidade da direita no sentido de formar um governo. “A direita precisa ter responsabilidade com o país. Só um ato de irresponsabilidade, de deixar o Partido socialista governar, pode afastar um acordo. Vamos ouvir o que Luís Montenegro tem a dizer. Os portugueses já disseram o que querem nas urnas e deram uma resposta ao presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que quis condicionar os votos dos cidadãos”, disse.

O líder do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos, afirmou que, apesar dos votos que ainda estão por ser contados, a vitória será da Aliança Democrática. “Assumo a derrota e quero ressalta que estamos na oposição. Não queremos deixar o país em suspenso por mais de 15 dias. Não vamos formar uma maioria alternativa”, enfatizou. Para ele, deve-se considerar ainda o expressivo do Chega, que teve 18,1% dos votos. “Foram mais de 1 milhão de votos de portugueses xenófobos e racistas, mas a maioria dos cidadãos do país não compartilha desses pensamentos. Estamos prontos para a luta e vamos reconstruir as condições para que o PS possa voltar a governar Portugal”, ressaltou.

As eleições em Portugal foram antecipadas em dois anos. Em novembro passado, uma operação do Ministério Público apontou indícios de corrupção no governo, o que levou à renúncia do socialista António Costa do cargo de primeiro-ministro. Diante desse fato, o presidente português optou por dissolver a Assembleia da República e convocou nova votação. Até agora, nenhuma das acusações foram confirmadas. Costa, por sinal, afirmou que esse fato teve peso importante na ascensão do Chega, assim como a disparada da inflação e a subida dos juros, que prejudicaram o bem-estar dos cidadãos. “O certo é que essas eleições só ocorressem em outubro de 2026”, ressaltou.

Saúde e habitação
Diante da acirrada disputa entre os partidos, os portugueses aproveitaram a trégua dada pela chuva e pela neve e foram votar. Com isso, a abstenção caiu para 33,8%, ante os 48,6% de dois anos atrás. Dois e cada 10 eleitores decidiram em quem votariam na última semana. A maioria dos indecisos era de mulheres entre 35 e 64 anos. “Não se pode ficar em casa de chinelos, sentado no sofá vendo televisão. É preciso votar para ter o direito de reclamar dos políticos e dos partidos”, disse o aposentado Carlos Varandas, 64 anos.

Para o também aposentado Vítor Antunes, 67, o voto foi uma conquista importante, do qual os portugueses não podem abrir mão. “Sei bem o que foi a ditadura nesse país. Votei pela primeira vez aos 18 anos e, desde então, nunca deixei de cumprir com meu dever cívico” assinalou. No entender dele, o fato de a maior parte dos eleitores ter optado por empurrar Portugal para a direita não deve ser motivo de medo, desde que a guinada seja ligeira. “A alternância de poder sempre ocorreu no país, sabemos bem como funciona”, acrescentou.

Segundo Maria da Graça, 69, os principais problemas a serem enfrentados pelo futuro governo estão na saúde, na educação e na habitação. Os cidadãos têm enfrentado sérios problemas no atendimento na rede pública de hospitais, por causa da escassez de médicos e enfermeiros, que levou ao fechamento de várias emergências de unidades de saúde. Nas escolas, falta professores, e a qualidade do ensino caiu. Já os preços dos alugueis e dos imóveis para compra dispararam, devido ao aumento da demanda por parte dos imigrantes, sobretudo, brasileiros. Na visão de Francisco Felipe, 71, os políticos devem olhar mais para a população e menos para seus interesses pessoais. “É o que todos esperam”, assinalou.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Internacional

Ultradireitista Javier Milei vence as eleições argentinas

Roy Junior

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O candidato de ultradireita Javier Milei será o futuro presidente da Argentina pelos próximos quatro anos. Com 98,21% das urnas apuradas, ele está matematicamente eleito com 55,75% dos votos, contra 44,24% do candidato governista e atual ministro da Economia, Sergio Massa.

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Ao votar no início da tarde, Milei disse que “tudo o que tinha de ser feito já foi feito” e a hora de as pessoas falarem tinha chegado, “apesar da campanha do medo”. O candidato da coalizão La Libertad Avanza disse que o momento era de esperança, para impedir o que chamou de “continuidade da decadência”.
Economista, Milei se caracteriza por ser um candidato antissistema num país abalado por uma grave crise econômica, onde a inflação chegou a 142,7% nos 12 meses terminados em outubro. Ele promete dolarizar a economia e extinguir o Banco Central argentino para acabar com a inflação, mas amenizou outras promessas no segundo turno, prometendo não privatizar a saúde e as escolas públicas.

Alçado à fama como comentarista econômico em programas de televisão, Milei se diz amante de cães e, segundo a mídia argentina, tem vários clones de um cachorro que viveu de 2004 a 2017. Embora tenha se aliado a políticos da direita tradicional no segundo turno, como o ex-presidente Mauricio Macri e a candidata derrotada Patricia Bullrich, o candidato vencedor atraiu o voto sobretudo dos mais jovens ao se posicionar contra aos políticos tradicionais, que chama de “a casta”.
Durante a campanha, Milei foi comparado a políticos como o ex-presidente norte-americano Donald Trump e o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. O futuro presidente argentino define-se como libertário e anarcocapitalista e declarou-se defensor de ideias como a comercialização de órgãos e a livre venda de armas. Durante o segundo turno, criticou o papa Francisco, a quem chamou de comunista.

Brasil
Pelas redes sociais, antes mesmo da confirmação da vitória de Milei, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parabenizou as instituições argentinas pela condução do processo eleitoral, bem como ao povo argentino pela participação “de forma ordeira e pacífica”.
Ainda sem saber quem seria o vencedor, Lula desejou sorte ao próximo governo. “Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito. O Brasil sempre estará à disposição para trabalhar junto com nossos irmãos argentinos”. O presidente brasileiro ainda não se manifestou após a confirmação do resultado no país vizinho.

* com informações da Agência Télam

Fonte: Agência Brasil

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Internacional

Brasileiros podem deixar Gaza nesta segunda-feira, diz embaixador

Roy Junior

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O embaixador do Brasil na Cisjordânia, Alessandro Candeas, disse neste domingo (15) esperar que os brasileiros que aguardam repatriação na Faixa de Gaza possam atravessar a fronteira para o Egito, em passagem próxima à cidade de Rafah, na segunda-feira (16). Segundo ele, a embaixada recebeu a informação de brasileiros que estão em Gaza de que “circulam rumores” de que a fronteira será aberta na segunda, e também confirmou essa informação por outro canal.

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Um grupo de 28 pessoas, 22 brasileiros e seis palestinos com residência no Brasil, segue abrigado nas cidades de Rafah e Khan Yunis, no sul de Gaza, aguardando autorização para cruzar a fronteira.
O embaixador afirmou que a saída dos brasileiros depende da abertura da passagem para o Egito e também da autorização das autoridades de imigração, que precisam carimbar os passaportes dos brasileiros. “No nível político tudo já está feito. É necessário apenas que, uma vez que seja aberta a fronteira, o funcionário que está ali, que vai receber os brasileiros, ele tenha a lista e autorize o ingresso. Esperamos que isso aconteça amanhã, essa é a nossa expectativa”, disse Candeas.

Segundo o governo brasileiro, assim que o grupo puder cruzar para o Egito, eles serão trazidos ao Brasil no avião VC-2 da Presidência da República, que tem capacidade para transportar até 40 passageiros. Outros cinco voos de repatriação já foram feitos para trazer brasileiros e familiares de Israel.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, vêm negociando a abertura da fronteira desde a semana passada para poder resgatar o grupo. Entre sexta e sábado, o presidente abordou a questão em telefonemas com o presidente de Israel, Isaac Herzog, o presidente do Egito, Abdul Fatah al-Sisi, e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

Reabertura da fronteira
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, afirmou neste domingo que a passagem fronteiriça controlada pelo Egito na Faixa de Gaza será reaberta e que os Estados Unidos estão trabalhando com egípcios, israelenses e a Organização das Nações Unidas (ONU) para que auxílio humanitário possa chegar à região.

Centenas de toneladas de ajuda foram enviadas de vários países e estão esperando há dias na península do Sinai, no Egito. Falta um acordo para sua entrega em segurança em Gaza, além da evacuação de estrangeiros por meio da fronteira em Rafah.
O Egito afirmou que intensificou seus esforços diplomáticos para resolver o impasse. “Colocamos para funcionar, o Egito botou para funcionar muitos materiais de apoio ao povo em Gaza, e Rafah será reaberta”, afirmou Blinken a repórteres no Cairo, depois do que disse ter sido uma “conversa muito boa” com o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi.

“Estamos estabelecendo com a ONU, o Egito, Israel e outros o mecanismo pelo qual vamos receber a ajuda e como ela chegará às pessoas que precisam”, finalizou.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

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