
O debate em torno do alto custo das entradas para a Copa do Mundo ganhou um novo capítulo. Durante o confronto entre as seleções da Coreia do Sul e da República Tcheca, realizado em Guadalajara, no México, a presença visível de assentos desocupados nas arquibancadas reacendeu o sinal de alerta sobre a acessibilidade financeira dos ingressos para o torneio mundial.
Historicamente, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) enfrenta questionamentos de torcedores e analistas esportivos sobre a política de preços adotada para os jogos do mundial, sob o argumento de que os valores elevados afastam o público local e os fãs de futebol de menor poder aquisitivo. A ocorrência de espaços vazios em um evento dessa magnitude levanta novas dúvidas sobre o planejamento de vendas e a estratégia de ocupação dos estádios.
Até o momento, a entidade máxima do futebol não emitiu um posicionamento oficial justificando se a ausência de público no referido jogo decorreu exclusivamente do valor dos bilhetes ou se houve falhas na distribuição e no repasse de ingressos corporativos e de patrocinadores.

